Na Feira do Livro Também “Não Há Dois Iguais”

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Javier Sobrino e Catarina Sobral nunca tiveram na vida, dois iguais. Como nem eu nem tu. Cada exemplar deste livro revela-te a verdade sobre todos os outros exemplares, esses que possam estar numa Feira do Livro, numa livraria, numa estante ou numa estação de Metro: “Não Há Dois Iguais”. Até poderia não ser um livro igual por ser de um formato…. é que ele é alto e tem de se abrir bem como a boca de espanto depois de “uma sessão especial” ou perante “os penhascos coloridos de Poente”. São frases colocadas a sul e norte das páginas altas como as montanhas ou planas como as ruas das cidades. É nessas paisagens que a ilustrações entre cores diferentes, personagens diferentes e uma espécie de um  “poema sem versos”, com alusão ao maior número de sentimentos e sensações possíveis, que este livro da Kalandraka – que durante as próximas semanas poderá ser estrela num stand ao lado de outros livros – … é nessas paisagens que os autores nos conseguem levar onde querem, sem que saibamos o que teremos. E qual das coisas no mundo não… ou seja: o que é que não há dois iguais? Os dias? De certeza! Em todo o mundo não há dois dias iguais e também são “tristes como aquela canção” ou “alegres como um melro”. Mas podem também ser…. claro!!! Como é que não tinha pensado nisso… e no fim até se abrem surpresas nas páginas como as bocas depois de um livro especial.

<Texto>Nuno F. Santos

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